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Empreendedorismo
Social As pessoas vivem pela expectativa de conquistarem o seu possível através do uso do impossível dos outros. Ainda hoje a frase “garantir a sobrevivência”, costuma prevalecer, dentro do individualismo das próprias atitudes, em detrimento a lógica do como seria solidário e cúmplice a pratica do conjunto, pela construção e sustentabilidade dos projetos que atuamos ou que pretendemos criar. Percebe-se ao longo da vida, pelas próprias mídias, que as associações, quando ocorrem estão muito mais vinculadas aos interesses quantitativos, ilícitos ou não, que em comum buscam pelo imediatismo das respostas. Raríssimos são os casos aonde se observa batalhas que permanecem unidas quando naturalmente são expostas a grandes dificuldades de conclusão, pois a matemática da moda oferta que os investimentos são números que entram e saem baseados em parâmetros essencialmente materiais. De uma maneira ou de outra quando não se encontramos convictos do que queremos, é porque estamos fracos pela exatidão da dimensão da clareza e riqueza do que realmente queremos e pretendemos. Fazer a vida, construí-la, e vence-la sempre será uma tradução simultânea da superação de barreiras, da união das pessoas, que mesmo entre afinidades e diferenças, devem buscar pelo entendimento o que pode realmente ser sustentável e sinérgico frente ao tempo e suas qualidades de respostas. Se observarmos frente a pesquisas, verificamos que a maioria dos que se dizem estar bem carregam inconscientemente o “eu” do individualismo pela própria ausência ou distanciamento da percepção do que realmente acontece com o seu similar. A resposta corretiva da unidade social seria a de uma velha frase religiosa: “Como posso estar feliz se ao pobre meu irmão, eu fechei meu coração e meus braços eu cruzei”. Estúpido não é ter dinheiro e poder, mas estar sempre concentrando suas atenções para fins próprios, usando o marketing solidário, que impacta, sempre distante do arregaçar e usar as próprias mãos. Por
enquanto somos nós os responsáveis pela corrupção,
pela quebra dos princípios éticos e sociais, pois ficamos
passivos, se limitando a observações e sensos críticos.
O costume gera acomodação e conduz ao vicio por incorporar
que o certo é ser parte do que está acontecendo e ser
um oportunista é mais “rentável” e impune
quando no mundo dos “expertos”. Sérgio Dal Sasso, Consultor, Palestrante, Escritor e Articulista
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